Visita ao Eixo Seis
Após a leitura do texto: ”Currículo, o coração da escola”, de Maria Beatriz Gomes da Silva, analisei algumas concepções de avaliação no currículo escolar.
Minha concepção de avaliação vai além de classificar, pois me preocupo com o processo de aprendizagem ao longo do período letivo,fazendo acompanhamento do aluno,orientando-o a cada dificuldade apresentada como nos fala a autora.
Minha proposta curricular está fundamentada numa epistemologia que acredita no conhecimento como uma construção sócio-interativa.
Em meu estágio curricular trabalhei com um projeto interdisciplinar sobre a formação pré e histórica do RS; as missões jesuíticas. Durante o desenvolvimento deste projeto aconteceram muitas pesquisas, de onde se originou o tema do meu TCC. Durante estas pesquisas sobre a pré-história do nosso estado, eu e meus alunos, juntos, pesquisamos muito e juntos também aprendemos muito. Nossa avaliação, digo assim porque também me avaliei juntamente com meus alunos, aconteceu de maneira democrática: nos auto-avaliamos e fomos avaliados na medida em que ocorriam nossas aprendizagens.
Segundo a autora que diz: “... o currículo é o coração da escola. É por dentro dele que pulsam e se mostram as mais diversas potencialidades, em meio às reações manifestadas pelos alunos nos seus escritos, desenhos, jogos, brincadeiras, experimentos, estratégias de relacionamento entre si e com os educadores. É por dentro dele que desejos podem ser tolhidos ou encorajados. A força do currículo escolar é tanta, que sobre ele costumam recair os aplausos ou as criticas sobre o “êxito” ou “fracasso escolar”, quando se discutem as causas internas da boa ou da má qualidade do ensino”.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
SEMANA NOVE
Chegando ao final de mais uma etapa de trabalho (estágio)olho para trás e penso em tudo o que foi planejado,replanejado,para que desse certo.
Nem sempre o que planejamos sai da maneira como queríamos que acontecesse:nesta semana como eu estava trabalhando com o PA,duas entrevistas agendadas foram desmarcadas,pois as pessoas ficaram doentes,são idosas.Na hora foi necessário um jogo de cintura e contornar a situação,foi necessário ter criatividade encaixar alguma atividade que ocupasse o lugar da planejada.
Durante as semanas de estágio realizei atividades que levaram meus alunos a buscarem informações em livros,sites da internet,biblioteca,entrevistas.Pode não ter sido fácil para eles esta busca,não que não queiram realizar,e que, para muitos falta alguns recursos(acesso a internet).Minha escola é desprovida deste recurso,esta semana é que chegaram alguns computadores para montar-se uma sala de informática.
Falamos que devemos ajudar nosso aluno a construir seu conhecimento,mas às vezes,para alguns, falta recursos que os levem a concretizar seus objetivos.É muito bonito falar em educação de qualidade,mas não são oferecidos suporte para tal.
Paulo Freire dizia:
"Ninguém pode conhecer por mim assim como não posso conhecer pelo meu aluno.O que posso e o que devo fazer é,na perspectiva progressista que me acho,ao ensinar certo conteúdo,desafiá-lo a que vá percebendo na e pela própria prática,sujeito capaz de saber".
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Chegando ao final de mais uma etapa de trabalho (estágio)olho para trás e penso em tudo o que foi planejado,replanejado,para que desse certo.
Nem sempre o que planejamos sai da maneira como queríamos que acontecesse:nesta semana como eu estava trabalhando com o PA,duas entrevistas agendadas foram desmarcadas,pois as pessoas ficaram doentes,são idosas.Na hora foi necessário um jogo de cintura e contornar a situação,foi necessário ter criatividade encaixar alguma atividade que ocupasse o lugar da planejada.
Durante as semanas de estágio realizei atividades que levaram meus alunos a buscarem informações em livros,sites da internet,biblioteca,entrevistas.Pode não ter sido fácil para eles esta busca,não que não queiram realizar,e que, para muitos falta alguns recursos(acesso a internet).Minha escola é desprovida deste recurso,esta semana é que chegaram alguns computadores para montar-se uma sala de informática.
Falamos que devemos ajudar nosso aluno a construir seu conhecimento,mas às vezes,para alguns, falta recursos que os levem a concretizar seus objetivos.É muito bonito falar em educação de qualidade,mas não são oferecidos suporte para tal.
Paulo Freire dizia:
"Ninguém pode conhecer por mim assim como não posso conhecer pelo meu aluno.O que posso e o que devo fazer é,na perspectiva progressista que me acho,ao ensinar certo conteúdo,desafiá-lo a que vá percebendo na e pela própria prática,sujeito capaz de saber".
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segunda-feira, 17 de maio de 2010
QUINTA SEMANA DE ESTÁGIO
A cada semana que passa com a realização do projeto sobre as missões jesuíticas percebo aumentar em meus alunos a curiosidade e o interesse em pesquisar para saber mais sobre o assunto.Isto deve-se ao fato de começar pela história deles,depois pela pré-história do Rio Grande do Sul e agora começando a sua história.
Em meus vinte e oito anos de magistério,perto dos 29 anos,nunca imaginei que seria tão significativo para os meus alunos começar um trabalho com a sua história interligada com a história de seu município e estado,até mesmo prá mim é uma maravilha estar sempre aprendendo.
Quando, em nossa primeira reunião de estágio,a professora Hilda me falou para iniciar o estudo do RS pela sua pré-história,fiquei um pouco assustada:onde vou encontrar este material?Mas ao mesmo tempo me empolguei e ao iniciar o projeto sugeri a meus alunos a pesquisa sobre o assunto.Inicei o trabalho com a história de cada um e a montagem de sua árvore genealógica.Trabalhei uma tabela onde apareciam o município-mãe(Torres) ,município-avô(Osório) e município -bisavô(Santo Antonio da Patrulha) de nosso município,para eles perceberem que nosso município também tinha sua árvore genealógica.
A partir da história deles e do município, entramos na pré-história do RS.
Já começamos a trabalhar as missões jesuíticas e eles estão cada vez mais empolgados em pesquisar para poder participar da hora da revisão de conteúdos e dos assuntos trabalhados.
"É NECESSÁRIO SER OUSADO PARA SER EDUCADOR"
PAULO FREIRE
Em meus vinte e oito anos de magistério,perto dos 29 anos,nunca imaginei que seria tão significativo para os meus alunos começar um trabalho com a sua história interligada com a história de seu município e estado,até mesmo prá mim é uma maravilha estar sempre aprendendo.
Quando, em nossa primeira reunião de estágio,a professora Hilda me falou para iniciar o estudo do RS pela sua pré-história,fiquei um pouco assustada:onde vou encontrar este material?Mas ao mesmo tempo me empolguei e ao iniciar o projeto sugeri a meus alunos a pesquisa sobre o assunto.Inicei o trabalho com a história de cada um e a montagem de sua árvore genealógica.Trabalhei uma tabela onde apareciam o município-mãe(Torres) ,município-avô(Osório) e município -bisavô(Santo Antonio da Patrulha) de nosso município,para eles perceberem que nosso município também tinha sua árvore genealógica.
A partir da história deles e do município, entramos na pré-história do RS.
Já começamos a trabalhar as missões jesuíticas e eles estão cada vez mais empolgados em pesquisar para poder participar da hora da revisão de conteúdos e dos assuntos trabalhados.
"É NECESSÁRIO SER OUSADO PARA SER EDUCADOR"
PAULO FREIRE
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
LINGUAGEM E EDUCAÇÃO
A aula presencial de linguagem e educação me fez entender a concepção de letramento.Como nunca trabalhei com classe de alfabetização, eu não tinha muito claro como acontecia o letramento.A partir da aula ficou claro como ele pode ocorrer.Falta-me embasamento teórico sobre o assunto.Gostaria de ter sugestões de autores que falem do assunto.
A aula presencial de linguagem e educação me fez entender a concepção de letramento.Como nunca trabalhei com classe de alfabetização, eu não tinha muito claro como acontecia o letramento.A partir da aula ficou claro como ele pode ocorrer.Falta-me embasamento teórico sobre o assunto.Gostaria de ter sugestões de autores que falem do assunto.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
PAULO FREIRE
Tenho alguns livros do Paulo Freire, outros li na biblioteca da minha escola, mas nunca me interessei pela sua linha de pensamento, ou melhor, nunca me encaixava em sua teoria.Com as interdisciplina EJA e Didática e outras que já foram trabalhadas comecei a me aprofundar e a partir daí comecei a me encontrar em sua linha de ação.
Quando li o livro Pedagogia do Oprimido eu era nova como professora e minha concepção de educação ainda não era bem formada, estava ainda engatinhando.Hoje minha concepção sobre este livro é outra, o li com im novo olhar.
O livro Pedagogia da Autonomia me despertou o interesse de conhecer mais o pensamento e a maneira de ver a educação de Paulo Freire.Nunca é tarde para descobrir novos conhecimentos.
Tenho alguns livros do Paulo Freire, outros li na biblioteca da minha escola, mas nunca me interessei pela sua linha de pensamento, ou melhor, nunca me encaixava em sua teoria.Com as interdisciplina EJA e Didática e outras que já foram trabalhadas comecei a me aprofundar e a partir daí comecei a me encontrar em sua linha de ação.
Quando li o livro Pedagogia do Oprimido eu era nova como professora e minha concepção de educação ainda não era bem formada, estava ainda engatinhando.Hoje minha concepção sobre este livro é outra, o li com im novo olhar.
O livro Pedagogia da Autonomia me despertou o interesse de conhecer mais o pensamento e a maneira de ver a educação de Paulo Freire.Nunca é tarde para descobrir novos conhecimentos.
SEMINÁRIO INTEGRADOR-PAS
Neste semestre com as postagens sobre PAS ficou mais claro para mim seu conceito.Meus projetos trabalhados em sala de aula possuem a mesma trajetória somente não utilizo o mapa conceitual, que por sinal, ainda não sei utilizar,pois em nossos PAS a colega Mara é que se encarregou de fazê-lo,visto que já sabia com montá-lo e organizá-lo.Isto não pode ser considerado desculpa por eu não aprender, ficou cômodo e também achei que não iríamos mais montar um PA.
Neste semestre com as postagens sobre PAS ficou mais claro para mim seu conceito.Meus projetos trabalhados em sala de aula possuem a mesma trajetória somente não utilizo o mapa conceitual, que por sinal, ainda não sei utilizar,pois em nossos PAS a colega Mara é que se encarregou de fazê-lo,visto que já sabia com montá-lo e organizá-lo.Isto não pode ser considerado desculpa por eu não aprender, ficou cômodo e também achei que não iríamos mais montar um PA.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
COMO LIDAR COM UM PBWORK
Com a interdisciplina Seminário Integrador estamos trabalhando bastante com o pbwork.
Com isso eu comecei a lidar com ele e aprendi como funciona.
Todo início de semestre era para mim um martírio quando se falava em pbwork, como lidar com ele, todo em inglês.
Cada semestre aprendi um pouco.
Neste estou aprendendo mais ainda, não sei tudo, mas espero aprender o que ainda preciso.
Com a interdisciplina Seminário Integrador estamos trabalhando bastante com o pbwork.
Com isso eu comecei a lidar com ele e aprendi como funciona.
Todo início de semestre era para mim um martírio quando se falava em pbwork, como lidar com ele, todo em inglês.
Cada semestre aprendi um pouco.
Neste estou aprendendo mais ainda, não sei tudo, mas espero aprender o que ainda preciso.
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